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Centro do Guilherme celebra 24 anos de emancipação política com festa e entrega de grandes obras.

O Município de Centro do Guilherme comemorou no último dia 10 de Novembro, 24 anos de emancipação político-administrativa, com muitos motivos para se comemorar com a entrega do novo Cartão Postal da cidade a ” Cais”, quadra de Beach soccer para a juventude, corte tradicional do bolo que este ano teve 24 metros, missa de Ação de Graça e festa na praça de eventos com Mateus Fernandes e o forrozeiro Dorgival Dantas que atraiu um grande público.

O prefeito Zé de Dário esteve ao lado de sua esposa Lucia, do casal Josimar e Detinha grandes parceiros do município. Vice prefeito Ives, vereadores, autoridades locais e de toda região prestigiaram o momento especial.
A cidade que tem em sua história um processo de desenvolvimento tão vertiginoso, pois, mesmo atravessando um período de crise econômica nacional, a prefeitura tem podido comemorar algumas conquistas importantes e o prefeito Zé de Dário dá continuidade aos trabalhos deixado pela ex prefeita Detinha, hoje deputada Estadual.

” Não tem como não lembrar de tantas obras que foram inauguradas em quanto fui prefeita e hoje me orgulho ainda mais por ver o carinho e o amor em que o prefeito Zé de Dário conduzi Centro do Guilherme, hoje parabenizo está cidade pelo seu progresso, mas também agradeço casa um de vocês pelo apoio e o carinho em que carregou a nossa campanha”, disse Detinha em seu discurso.

“Centro do Guilherme tem muito que comemorar e me sinto muito honrado em fazer parte desta história contribuíndo para o desenvolvimento com qualidade de vida para a população” disse o deputado Josimar Maranhãozinho.
“Temos trabalhado sem descanso para fazer cada vez melhor para o povo. Neste aniversário de nossa querida cidade, gostaria de cumprimentar a toda a população por fazer parte desta história de sucesso, que estamos tendo a oportunidade de, humildemente, ajudar a escrever com o apoio da nossa eterna prefeita Detinha e do nosso deputado Josimar ”, comentou prefeito Zé de Dário.

 

A prefeitura de Igarapé do Meio, abre inscrições para o 2º Concurso de Miss e Mister Beleza Negra.

Em comemoração ao Dia da Consciência Negra, a Prefeitura de Igarapé do Meio, por meio da Secretaria municipal da Mulher em parceria com as Secretarias de Assistência Social, Cultura e Educação, realizará o 2° Concurso Miss e Mister Beleza Negra.

Você que tem idade entre 14 a 25 anos e queira participar deste concurso, procure a Secretaria municipal da Mulher no prédio da Prefeitura e faça sua inscrição de 12 a 18 de novembro, no horário das 7h30 às 13h30. A inscrição será realizada mediante apresentação da identidade e CPF do candidato.

Zé Doca, ganhará nova paisagem com praça do comércio reformada.

Um dos principais pontos da cidade de Zé Doca será reformado pela a prefeitura, a praça do comércio ficará de cara nova e se transformará em um verdadeiro cartão-postal moderno, com piso e iluminação novos, além de paisagismo e jardinagem, uma nova estrutura que agradará as crianças, jovens, adultos e os visitantes que vem até o comércio realizar suas compras, terão mais conforto.
As obras terão início em breve, na manhã de hoje (15), máquinas da prefeitura já iniciaram os serviços, derrubando toda a estrutura antiga para dá espaço ao novo.
A prefeita Josinha Cunha afirma que a praça será um verdadeiro cartão postal “ A praça do comércio em breve ficará de cara nova e estamos felizes com essa nova estrutura que virá, pois sabemos da importância da nossa cidade ter um espaço de lazer e eu tenho certeza que todos irão gostar, principalmente a juventude, que terá mais espaço e um ambiente adequada para estarem entre amigos” destacou a prefeita.
Veja como será a nova Praça do Comércio:

BOLSONARO DIZ A GOVERNADORES QUE REFORMAS SERÃO ‘AMARGAS’

O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira, em evento em Brasília com governadores eleitos, que é preciso aprovar as reformas que estão sendo preparadas pela equipe econômica de seu futuro governo para enfrentar os problemas enfrentados pelo país.

Bolsonaro afirmou, ainda, que algumas medidas “são amargas”, mas que é preciso buscar soluções.

Por Lisandra Paraguassu e Marcela Ayres

CUBA ABANDONA O PROGRAMA MAIS MÉDICOS, EM PROTESTO CONTRA BOLSONARO

Em protesto contra o presidente eleito no Brasil Jair Bolsonaro, Cuba decidiu abandonar o programa Mais Médicos, que leva profissionais do país caribenho para áreas de outras nações com o objetivo de otimizar o atendimento à população. “O presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, com referências diretas, depreciativas e ameaçadoras à presença de nossos médicos, declarou e reiterou que modificará os termos e condições do Programa Mais Médicos, com desrespeito à Organização Pan-Americana da Saúde e ao acordo desta com Cuba, ao questionar a preparação de nossos médicos e condicionar sua permanência no programa à revalidação do título e como única forma de se contratar individualmente”, diz o texto do Ministério da Saúde cubano.

Nestes cinco anos de trabalho, cerca de 20 mil funcionários cubanos atenderam mais de  113 milhões de pacientes, em mais de 3.600 municípios, chegando a cobrir, com eles, um universo de até 60 milhões de brasileiros, na época em que constituíam 88% de todos os médicos participantes do programa. Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história”, diz o documento.

O futuro chefe do Executivo federal já havia dito que iria expulsar os médicos cubanos do Brasil alegando que iria instrumentalizar o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira, conhecido como Revalida.

Confira a íntegra do documento:

O Ministério da Saúde Pública da República de Cuba, comprometido com os princípios solidários e humanistas que durante 55 anos têm guiado a cooperação médica cubana, participa desde seus começos, em agosto de 2013, no Programa Mais Médicos para o Brasil. A iniciativa de Dilma Rousseff, nessa altura presidenta da República Federativa do Brasil, tinha o nobre propósito de garantir a atenção médica à maior quantidade da população brasileira, em correspondência com o princípio de cobertura sanitária universal promovido pela Organização Mundial da Saúde.

Este programa previu a presença de médicos brasileiros e estrangeiros para trabalhar em zonas pobres e longínquas desse país.

A participação cubana nele é levada a cabo por intermédio da Organização Pan-americana da Saúde e se tem caracterizado por ocupar vagas não cobertas por médicos brasileiros nem de outras nacionalidades.

Nestes cinco anos de trabalho, perto de 20 mil colaboradores cubanos ofereceram atenção médica a 113.359.000 pacientes, em mais de 3.600 municípios, conseguindo atender eles um universo de até 60 milhões de brasileiros na altura em que constituíam 88 % de todos os médicos participantes no programa. Mais de 700 municípios tiveram um médico pela primeira vez na história.

O trabalho dos médicos cubanos em lugares de pobreza extrema, em favelas do Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador de Baía, nos 34 Distritos Especiais Indígenas, sobretudo na Amazônia, foi amplamente reconhecida pelos governos federal, estaduais e municipais desse país e por sua população, que lhe outorgou 95% de aceitação, segundo o estudo encarregado pelo Ministério da Saúde do Brasil à Universidade Federal de Minas Gerais.

Em 27 de setembro de 2016 o Ministério da Saúde Pública, em declaração oficial, informou próximo da data de vencimento do convênio e em meio dos acontecimentos relacionados com o golpe de estado legislativo-judicial contra a Presidenta Dilma Rousseff que Cuba “continuará participando no acordo com a Organização Pan-americana da Saúde para a implementação do Programa Mais Médicos, enquanto sejam mantidas as garantias oferecidas pelas autoridades locais”, o que até o momento foi respeitado.

O presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, fazendo referências diretas, depreciativas e ameaçadoras à presença de nossos médicos, declarou e reiterou que modificará termos e condições do Programa Mais Médicos, com desrespeito à Organização Pan-americana da Saúde e ao conveniado por ela com Cuba, ao pôr em dúvida a preparação de nossos médicos e condicionar sua permanência no programa a revalidação do título e como única via a contratação individual.

As mudanças anunciadas impõem condições inaceitáveis que não cumprem com as garantias acordadas desde o início do Programa, as quais foram ratificadas no ano 2016 com a renegociação do Termo de Cooperação entre a Organização Pan-americana da Saúde e o Ministério da Saúde da República de Cuba. Estas condições inadmissíveis fazem com que seja impossível manter a presença de profissionais cubanos no Programa. Por conseguinte, perante esta lamentável realidade, o Ministério da Saúde Pública de Cuba decidiu interromper sua participação no Programa Mais Médicos e foi assim que informou a Diretora da Organização Pan-americana da Saúde e os líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam esta iniciativa.

Não aceitamos que se ponham em dúvida a dignidade, o profissionalismo, e o altruísmo dos colaboradores cubanos que, com o apoio de seus familiares, prestam serviço atualmente em 67 países. Em 55 anos já foram cumpridas 600 mil missões internacionalistas em 164 nações, nas quais participaram mais de 400 mil trabalhadores da saúde, que em não poucos casos cumpriram esta honrosa missão mais de uma vez. Destacam as façanhas de luta contra o ébola na África, a cegueira na América Latina e o Caribe, a cólera no Haiti e a participação de 26 brigadas do Contingente Internacional de Médicos Especializados em Desastres e Grandes Epidemias “Henry Reeve” no Paquistão, Indonésia, México, Equador, Peru, Chile e Venezuela, entre outros países.

Na grande maioria das missões cumpridas, as despesas foram assumidas pelo governo cubano. Igualmente, em Cuba formaram-se de maneira gratuita 35 mil 613 profissionais da saúde de 138 países, como expressão de nossa vocação solidária e internacionalista.

Em todo momento aos colaborados foi-lhes conservado seu postos de trabalho e o 100 por cento de seu ordenado em Cuba, com todas as garantias de trabalho e sociais, mesmo como os restantes trabalhadores do Sistema Nacional da Saúde.

A experiência do Programa Mais Médicos para o Brasil e a participação cubana no mesmo, demonstra que sim pode ser estruturado um programa de cooperação Sul-Sul sob o auspício da Organização Pan-americana da Saúde, para impulsionar suas metas em nossa região. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e a Organização Mundial da Saúde qualificam-no como o principal exemplo de boas práticas em cooperação triangular e a implementação da Agenda 2030 com seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Os povos da Nossa América e os restantes do mundo bem sabem que sempre poderão contar com a vocação humanista e solidária de nossos profissionais.

O povo brasileiro, que fez com que o Programa Mais Médicos fosse uma conquista social, que desde o primeiro momento confiou nos médicos cubanos, aprecia suas virtudes e agradece o respeito, a sensibilidade e o profissionalismo com que foram atendidos, poderá compreender sobre quem cai a responsabilidade de que nossos médicos não possam continuar oferecendo sua ajuda solidária nesse país.